sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Being Human
If it is not easy to pardon friends
imagine
absolve our killers.
It's easy to go through the wide streets,
but it is difficult
overcome obstacles
that gives us kind of way.
Doing good is human;
but it is divine
and when this
is for our enemies.
Love is common,
love is supreme
ourselves
so
that selfless life of our
to save someone
do not know.
Life is good
is better to die
to defend an ideal.
Helping is simple
complicated is to help
without receiving anything in return.
It's easy being human
difficult it is to be human
for everyone.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Fuga
São tantas coisas pra fazer,
outras tantas para compreender,
não encontro nexo,
não sinto o tato,
o cheiro, o paladar.
Não sei onde devo pisar,
as placas me mostram o que
não quero ver,
não mostram, porém,
o lugar para o qual devo ir.
Perdi-me,
não sei onde,
o dia está tão triste,
tedioso e sem graça,
mas, para muitos, está alegre,
o que me resta?
Esperar.
A certa e o momento oportuno
para fugir para um lugar só meu.
outras tantas para compreender,
não encontro nexo,
não sinto o tato,
o cheiro, o paladar.
Não sei onde devo pisar,
as placas me mostram o que
não quero ver,
não mostram, porém,
o lugar para o qual devo ir.
Perdi-me,
não sei onde,
o dia está tão triste,
tedioso e sem graça,
mas, para muitos, está alegre,
o que me resta?
Esperar.
A certa e o momento oportuno
para fugir para um lugar só meu.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Eu e você
Entregar-me-ei aos teus braços
para o uso que quiseres,
transporto-me para o teu corpo,
te faço mulher.
Envolve-me eu teus cabelos,
sinto o gosto, o cheiro, o tato,
me embriago de você.
Com você me transformo em outro,
contigo não sou mais eu,
sou nós, sou teu, sou você.
Contigo, e só contigo, conheço o paraíso,
presencio um romance nunca visto,
fico sem voz, sem palavras,
fico assim com e por você.
Meu coração acelera,
TOMA ELE É TEU,
minha garganta grita,
ESCUTA É PRA VOCÊ,
meu corpo aquece-se,
AGARRA-O ELE É TEU.
para o uso que quiseres,
transporto-me para o teu corpo,
te faço mulher.
Envolve-me eu teus cabelos,
sinto o gosto, o cheiro, o tato,
me embriago de você.
Com você me transformo em outro,
contigo não sou mais eu,
sou nós, sou teu, sou você.
Contigo, e só contigo, conheço o paraíso,
presencio um romance nunca visto,
fico sem voz, sem palavras,
fico assim com e por você.
Meu coração acelera,
TOMA ELE É TEU,
minha garganta grita,
ESCUTA É PRA VOCÊ,
meu corpo aquece-se,
AGARRA-O ELE É TEU.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Pecar
Desliza tuas mãos pelo meu corpo,
sente o calor que dele emana,
esquece de todo teu pudor,
peca comigo mais esta noite.
Sente o pulsar do meu corpo quente,
sente toda a luxúria
que ele tem para ti.
Mostra-me a fera que
em você habita,
peca comigo esta noite,
vamos amanhecer juntos.
Vamos juntos chegar ao infinito,
vamos juntos decifrar o kamasutra,
vamos juntos tentar e reinventar,
peca comigo mais esta noite.
Garota,
me mostra a fera escondida,
me toca, me sente, me guia,
teu corpo junto ao meu,
minh'alma junto a tua.
Vamos pecar,
pecar mais uma vez,
vamos pecar juntos.
Versos simples
Dos teus olhos,
uma lágrima cai
serenamente límpida.
O que posso fazer
pra não te ver chorar?
não sentir tua dor
que em mim erradia.
Como parar com essa dor,
que você sente, que eu sinto,
que nós sentimos.
Queria estar ao seu lado,
nas noites em claro,
abraçando-te todas as vezes
que você chorar.
Não sei se o vento transporta,
ainda,
nosso amor.
Sequer tenho certeza
se meu calor chega até você.
Esquece,
nada mais disso importa,
sou teu sem nenhuma contradição,
sou teu,
só isso.
uma lágrima cai
serenamente límpida.
O que posso fazer
pra não te ver chorar?
não sentir tua dor
que em mim erradia.
Como parar com essa dor,
que você sente, que eu sinto,
que nós sentimos.
Queria estar ao seu lado,
nas noites em claro,
abraçando-te todas as vezes
que você chorar.
Não sei se o vento transporta,
ainda,
nosso amor.
Sequer tenho certeza
se meu calor chega até você.
Esquece,
nada mais disso importa,
sou teu sem nenhuma contradição,
sou teu,
só isso.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Judas's Kiss
To my friends from around the world who access my blog so often, and I hope you enjoy the writing that even in a strange language, writing exclusively in today's universal language. I hope you enjoy.
Stop the lies,
Stop the lies,
Stop the hypocrisy,
nothing is unforgivable
everything has a reason.
Somewhere after the rainbow
Lies there and cry and death,
I do not know the way,
right, left.
But somewhere,
give someone the Juda's kiss
and no one takes you to hell for this,
one is perfect with its imperfections,
after all,
God makes no mistakes.
Somewhere
where nothing is unforgettable
But all is forgiven,
The Judas's Kiss is
quite unique
magnificent
this place
lies are truths,
crying and tears are sincere,
it is the lie that is written
our purest sincerity.
nothing is unforgivable
everything has a reason.
Somewhere after the rainbow
Lies there and cry and death,
I do not know the way,
right, left.
But somewhere,
give someone the Juda's kiss
and no one takes you to hell for this,
one is perfect with its imperfections,
after all,
God makes no mistakes.
Somewhere
where nothing is unforgettable
But all is forgiven,
The Judas's Kiss is
quite unique
magnificent
this place
lies are truths,
crying and tears are sincere,
it is the lie that is written
our purest sincerity.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
À flor da pele
À flor da pele,
sentindo a vida sendo elevada,
a graus mais absurdos,
sendo retirando de mim,
o livre arbítrio,
pois chega um momento em que a vida nos é
simplesmente una
sem caminhos ou bifurcações.
A vida passa a ser vivida,
à flor da pele,
sem medo do perigo,
da fera escondida,
da queda que vem em seguida.
Entregue as noites em claro,
na farra ou fora dela,
de braços abertos,
para amores e descobertas,
sentir calafrios e não ligar para isso.
É nesse momento
que somos nós mesmos,
nunca tão animais,
guiados pelos instintos,
nunca tão homens,
enebriados de saber,
jamais tão complexos.
À flor da pele,
vivem sem lenço nem documento,
nunca sabendo de quem é a cama que acordam,
nunca sabendo o nome de quem beijam,
aliás,
sem saber por que beijam.
Mostram toda a sua invunerável
inconsequência juvenil,
brincam com a vida,
mas são felizes,
loucos,
mas felizes.
À flor da pele,
amigos, namorados,
amizades coloridas,
tudo isso nos deixa
à beira do abismo
infinito e irreal do ser,
Eros e Tanatos,
isso é à flor da pele.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
LEMBRANÇAS DAQUELA NOITE
Quando olho para aquele canto,
onde fizemos amor pela primeira vez,
ainda lembro da minha cueca
suja de batom,
dos teus cílios
no meu peito desnudo,
sinto teu calor,
o gosto que você tem,
teu rímel machando
as minhas bochechas.
Lembro de te esperar,
esperar pelo teu cheiro,
implorar pelo teu beijo,
jogar-me no teu corpo.
Eu,
menino inocente, casto e puro,
você,
selvagem, livre e voluptuosa,
ensinou-me
a arte inexata de amar,
iniciou-me
nos estudos da carne,
deixou-me
sujo do teu suor,
do meu suor,
lambuzado da tua saliva,
quente dos teus beijos.
Ali no canto,
aquele canto escuro e escondido,
onde fizemos amor pela primeira vez,
guarda segredos de quando
conheci teu corpo nu
e o tomei como meu,
quando conhecestes a pressão
do meu sem roupa.
Ali fomos um só,
guardo essa lembraça,
daquela noite,
guardo somente esse lembrança.
onde fizemos amor pela primeira vez,
ainda lembro da minha cueca
suja de batom,
dos teus cílios
no meu peito desnudo,
sinto teu calor,
o gosto que você tem,
teu rímel machando
as minhas bochechas.
Lembro de te esperar,
esperar pelo teu cheiro,
implorar pelo teu beijo,
jogar-me no teu corpo.
Eu,
menino inocente, casto e puro,
você,
selvagem, livre e voluptuosa,
ensinou-me
a arte inexata de amar,
iniciou-me
nos estudos da carne,
deixou-me
sujo do teu suor,
do meu suor,
lambuzado da tua saliva,
quente dos teus beijos.
Ali no canto,
aquele canto escuro e escondido,
onde fizemos amor pela primeira vez,
guarda segredos de quando
conheci teu corpo nu
e o tomei como meu,
quando conhecestes a pressão
do meu sem roupa.
Ali fomos um só,
guardo essa lembraça,
daquela noite,
guardo somente esse lembrança.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Dom Juan
Quantos segredos estão por trás
desses olhos assustados?
Quantas bocas esses lábios rosados
já tocaram e tomaram?
Essas mordidas nos lábios,
quantas já seduziu com esse gesto?
Esse sorriso largo,
quantas já caíram aos teus pés com isso?
És uma espécie única,
DOM JUAN de nascença,
nascente para seduzir,
te deram as armas
te armaram de atitude.
Entrega-se à volúpia,
embriaga-se com suor de suas vítimas,
brinca com sentimentos
próprios e alheios.
E como em uma corda bamba
equilibra-se entre a conquista e o amor,
mas nunca sabe o lado que cai.
O que estas mãos que tanto mexes
tem a esconder?
Esses lábios que ao falar
molda-se de formas inomináveis,
o que esses lábios realmente querem falar?
És um DOM JUAN,
máquina perfeita da sedução,
corpo, alma e cheiro
somente para a conquista nata.
Um malabarista de estrada,
um bombeiro num desastre,
um médico em acidente,
fantasias que tem a realizar,
DOM JUAN de sonhos.
A vida lhe deu
todas as armas da conquista,
esqueceu ela, porém,
de lhe tirar o coração.
desses olhos assustados?
Quantas bocas esses lábios rosados
já tocaram e tomaram?
Essas mordidas nos lábios,
quantas já seduziu com esse gesto?
Esse sorriso largo,
quantas já caíram aos teus pés com isso?
És uma espécie única,
DOM JUAN de nascença,
nascente para seduzir,
te deram as armas
te armaram de atitude.
Entrega-se à volúpia,
embriaga-se com suor de suas vítimas,
brinca com sentimentos
próprios e alheios.
E como em uma corda bamba
equilibra-se entre a conquista e o amor,
mas nunca sabe o lado que cai.
O que estas mãos que tanto mexes
tem a esconder?
Esses lábios que ao falar
molda-se de formas inomináveis,
o que esses lábios realmente querem falar?
És um DOM JUAN,
máquina perfeita da sedução,
corpo, alma e cheiro
somente para a conquista nata.
Um malabarista de estrada,
um bombeiro num desastre,
um médico em acidente,
fantasias que tem a realizar,
DOM JUAN de sonhos.
A vida lhe deu
todas as armas da conquista,
esqueceu ela, porém,
de lhe tirar o coração.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O porquê de escrever.
Vivem me perguntado o porquê, de eu, Técnico em Informática, Futuro químico e amante das ciências e que anda sem tempo pra nada ainda escreve. Eu além disso sou amante das artes e eis minha resposta àqueles que me perguntam por que eu escrevo.
Escrevo,
não para ver meu nome em letras garrafais,
escrevo,
pois não seria eu se não o fizesse.
Escrevo,
não para que alguém leia o que está escrito,
escrevo,
pois é o único jeito de extravassar tudo o que sinto.
Escrevo,
não para que alguém entenda meu pensamento,
escrevo,
para conseguir enteder eu mesmo.
Escrevo, pois isso é minha única razão de ser.
Escrevo, pois só assim consigo me encontrar.
Escrevo, pois só assim encontro-me e decifro-me.
Ecrever é uma contradição, por isso escrevo.
Escrevo,
não para ver meu nome em letras garrafais,
escrevo,
pois não seria eu se não o fizesse.
Escrevo,
não para que alguém leia o que está escrito,
escrevo,
pois é o único jeito de extravassar tudo o que sinto.
Escrevo,
não para que alguém entenda meu pensamento,
escrevo,
para conseguir enteder eu mesmo.
Escrevo, pois isso é minha única razão de ser.
Escrevo, pois só assim consigo me encontrar.
Escrevo, pois só assim encontro-me e decifro-me.
Ecrever é uma contradição, por isso escrevo.
domingo, 31 de julho de 2011
Revenge
Show me your revenge,
scratch me
show your love,
kiss me.
And so it continues,
love me,
hating me,
violent to me sweetly,
hold on to me,
let me
feeling inside you.
Go,
girl
take revenge by me,
turn beast,
show your claws,
show the monster inside you.
Girl
I want your revenge,
I want to delight you,
I smell,
to taste,
the taste of your revenge.
Love, girl,
love to love your revenge.
scratch me
show your love,
kiss me.
And so it continues,
love me,
hating me,
violent to me sweetly,
hold on to me,
let me
feeling inside you.
Go,
girl
take revenge by me,
turn beast,
show your claws,
show the monster inside you.
Girl
I want your revenge,
I want to delight you,
I smell,
to taste,
the taste of your revenge.
Love, girl,
love to love your revenge.
LIBERTINO
Vou jogar-me com tudo
nas linhas do destino
cortá-las uma a uma,
roubar o olho das Parcas,
vou fugir para uma realidade paralela.
Entregar-me-ei as volúpias da vida
sem perguntar quem,
onde nem por quê.
Livremente libertino,
adoravelmente devasso.
Sinto a luxúria entrar em cada poro meu,
quero cair, como quero,
pois quero a levantar,
quero sentir a dor
de um amor perdido,
transformá-la em glória.
Afundar-me em meios relacionamentos
cheio de meias verdades,
meios sentimentos,
e total liberdade.
Beijar sem me importar que tem alguém em casa,
se tem alguém vendo,
usar meu corpo,
meu corpo,
usá-lo e abusar dele.
Devasso,
isso que serei,
usar de toda minha inconsequência,
abusar da minha experiência,
por fim,
quando satisfeito,
serei eu novamente
uma jaula pruma fera
que fez ou outra aparecesse,
devolverei o olhos às Parcas
e voltarei a pensar que não sou
senhor do meu destino,
mesmo que essa mentira
passível e volúvel.
nas linhas do destino
cortá-las uma a uma,
roubar o olho das Parcas,
vou fugir para uma realidade paralela.
Entregar-me-ei as volúpias da vida
sem perguntar quem,
onde nem por quê.
Livremente libertino,
adoravelmente devasso.
Sinto a luxúria entrar em cada poro meu,
quero cair, como quero,
pois quero a levantar,
quero sentir a dor
de um amor perdido,
transformá-la em glória.
Afundar-me em meios relacionamentos
cheio de meias verdades,
meios sentimentos,
e total liberdade.
Beijar sem me importar que tem alguém em casa,
se tem alguém vendo,
usar meu corpo,
meu corpo,
usá-lo e abusar dele.
Devasso,
isso que serei,
usar de toda minha inconsequência,
abusar da minha experiência,
por fim,
quando satisfeito,
serei eu novamente
uma jaula pruma fera
que fez ou outra aparecesse,
devolverei o olhos às Parcas
e voltarei a pensar que não sou
senhor do meu destino,
mesmo que essa mentira
passível e volúvel.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Machucado
Esse é inédito, em primeira mão para vocês, meus amigos, do blog:
Machuco-me,
todas às vezes que queres me encontrar,
porque tudo que queres
está entre minhas pernas,
suja meu amor com tua luxúria,
mas não consigo dizer não,
isso seria amor?
Usa meu corpo,
trata-o como teu,
sobe, desce, desliza
sobre ele.
Só queres isso?
Machuca-me saber disso,
não que não queira,
na verdade não posso resistir,
na verdade sou teu,
sem ti não há princípio
sequer há fim.
Deixo que tua luxúria
me domine,
pois assim te tenho,
só assim te tenho.
Machuco-me,
todas às vezes que queres me encontrar,
porque tudo que queres
está entre minhas pernas,
suja meu amor com tua luxúria,
mas não consigo dizer não,
isso seria amor?
Usa meu corpo,
trata-o como teu,
sobe, desce, desliza
sobre ele.
Só queres isso?
Machuca-me saber disso,
não que não queira,
na verdade não posso resistir,
na verdade sou teu,
sem ti não há princípio
sequer há fim.
Deixo que tua luxúria
me domine,
pois assim te tenho,
só assim te tenho.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Camaleão;
Hoje estou me sentindo como um camaleão, eis esse poema:
Sou um camaleão,
adapto-me.
Rapto-me
da realidade e para a realidade.
Encontro-me
na realidade inversa,
indiscreta e
inexoravelmente abalada
por conhecimentos inexatos,
relações inapropiadas,
desvaneios desumanos,
ligações perigosas.
Construo uma parede,
promíscua,
longínqua,
impenetrável;
Onde não passa sequer um sentimento,
nem dor,
nem amor.
Torno-me fisicamente insensível,
volúvel como luz,
espiritualmente devastado,
camaleão sem cor,
flor sem odor.
Sou um camaleão,
palidamente agridoce,
saborosamente inodoro,
inexplicavelmente único.
Sou um camaleão,
adapto-me.
Rapto-me
da realidade e para a realidade.
Encontro-me
na realidade inversa,
indiscreta e
inexoravelmente abalada
por conhecimentos inexatos,
relações inapropiadas,
desvaneios desumanos,
ligações perigosas.
Construo uma parede,
promíscua,
longínqua,
impenetrável;
Onde não passa sequer um sentimento,
nem dor,
nem amor.
Torno-me fisicamente insensível,
volúvel como luz,
espiritualmente devastado,
camaleão sem cor,
flor sem odor.
Sou um camaleão,
palidamente agridoce,
saborosamente inodoro,
inexplicavelmente único.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Words in English
I lovely your lipsticks,
red, sweet apple
lost in the your lies
I'm You
I'm Your
I'm a doll,
live for you feel,
but I lovely this.
You're my perfect song,
my smiles,
my cries,
My only truth,
my lies,
You're all,
You're nothing.
CONTINUA****
red, sweet apple
lost in the your lies
I'm You
I'm Your
I'm a doll,
live for you feel,
but I lovely this.
You're my perfect song,
my smiles,
my cries,
My only truth,
my lies,
You're all,
You're nothing.
CONTINUA****
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Poema para uma amiga.

Sabe quando você sabe que sua vida não existe sem a vida e a presença da outra pessoa?´
É isso que sinto quando estou longe de você.
Valesca Lutiele.
Chore,
chore o quanto puder,
mais, até.
Entregue-se a doce sensação
de alma limpa.
Chore,
mas agora que não estou perto,
tuas lágrimas secaram sozinhas,
mas virão até mim
tuas emoções e pensamentos.
Fizemos uma conexão inquebrável,
por isso chore,
tuas lágrimas formarão e selarão um elo
mais forte que tudo.
Olhes para lua, ali me verás,
olhes para o sol lá estarei a te cuidar,
sinta o vento,
nele me mande teus recados.
Por fim,
quando voltarmos a nos encontrar,
por favor
me abrace como se essa fosse a última vez.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Lágrimas Pretas
Eu sei que essa poesia muita gente já conhece, mas é uma das minhas preferidas.
Queria ver-te
Chorando lágrimas pretas,
Teu rímel misturando-se com tuas lágrimas,
Isso faz tão bem.
Olho para teu rosto,
Teus olhos me desafiam,
Quero descobrir o mistério,
Por trás dessas lágrimas pretas.
O mistério da tua face,
Que mesmo sobre o negro das lágrimas
Mantém a beleza da alma
E o mistério no olhar.
Queria ver-te chorar lágrimas pretas,
Para consolar-te nos meus braços,
Tentar descobrir os mistérios dos teus cabelos loiros
E teus olhos que nunca deixam de brilhar.
Mas só chore
Lágrimas pretas
Quando estiver por perto
Pois só eu sei como transformá-las
Em risos cor-de-rosa
Só eu posso descobrir o teu mistério.
O mistério de limpar tuas lágrimas pretas,
De beijar-te em amizade,
De escutar tudo o que me contas,
De entender um décimo do teu mistério
E os outros 99
Reservo-me a contemplar as tuas
Lágrimas pretas.
sábado, 18 de junho de 2011
O virgem de dezessete.
O VIRGEM DE DEZESSETE.
“A PRIMEIRA VEZ.”
UMA HISTÓRIA DE LUAN FONSÊCA
Ali naquelas revistas, revistas proibidas, ele entregava-se a doce luxúria do voyeurismo. Trancou-se no quarto, ainda era cedo, talvez mais quinze minutos daquele prazer inominável, aquele prazer que ele próprio se dava, daquele prazer único, daquilo que era tão proibido, mas tão praticado. Aqueles seres estampados nas folhas daquelas revistas riam com uma displicência incrível, convidavam-no para um passeio pelo se corpo ali eternizado, mas não era só isso, longe disso, ele delirava naquelas curvas, delirava.
- Alô? – Ele diz atendendo o celular com a mão esquerda.
- Léo? O que você está fazendo?
- Nada, só no quarto...
- Cara, tá na hora de parar com a punheta e se transar de verdade, você não acha?
- Vai se foder, Kiko.
- Te encontro em 15 minutos na lanchonete da escola, e toma um banho, lava as mãos e ...
- Tá bom, chega!
***
Quinze minutos depois Leonardo estava chegando a lanchonete, os cabelos desgrenhados caiam-lhe até a linha dos olhos, olhos brilhantes e bonitos, os dezessete anos mal completados traziam junto com eles toda a insegurança que a idade traz, mas por outro lado toda a invulnerabilidade que especialmente vem com os dezessete não vieram para Léo.
Avistou o amigo em uma mesa no fim da lanchonete, estava lotado aquilo, detestava que as pessoas fiquem olhando para ele, mas tinha que passar por quase todas as mesas para chegar onde estava o amigo.
Assim que chegou sentou-se de costas para a multidão, olhou para o amigo, como ele poderia parecer tão displicente e cheio de confiança, uma confiança inabalável, os cabelos eram quase iguais os seus exceto que eram de um preto tão intenso que nem a noite mais escura poderia ser comparada, as roupas de grife, como as Leonardo, porém junto a tudo era quase que impossível passar e não olhá-lo, os olhos de um azul profundo agora escondidos por um Rayban, que lhe dava ainda mais charme, a mochila no chão e o celular nas mãos, esse era Kiko.
- Finalmente, hein? – Ele diz dando um sorriso ao amigo.
- Não me atrasei, o sinal nem tocou!
- Verdade, você que estava tocando uma!
- Cala boca, cara! – Léo fala olhando para os lados.
- Tá certo, quer um suco?
Ele faz sinal positivo com a cabeça. Kiko chama a garçonete.
- Carol, dois sucos de laranja e dois X-burguer e mais tarde depois da aula no vestiário?
- Pedido anotado – Ela dá as costas e fala baixo. – Você leva as camisinhas!
Ela sai rindo e Leonardo vira para o amigo.
- Como você consegue?
- É só falar, Léo, e se misturar um pouco.
- Vendo parece fácil.
A comida dos dois chegou rápido e os amigos comeram igualmente rápido, Kiko esbanjando charme a torto e a direito e Leonardo que sequer olhava para os lados, comia praticamente com o rosto dentro do prato.
- Cara, você pode tirar o rosto do prato?
- Desculpe!
- Léo, acho que tá na hora de você perder o cabaço, cara!
- Fala baixo! – Leonardo olha para os lados. – Meu, o que tem de errado um cara de dezessete anos virgem?
- Nada de errado! – Kiko tira os óculos. – É vergonhoso!
- Por quê?
- Meu, se você ainda fosse feio, teria como explicar, mas você é bonito, inteligente e...
- Virgem!
- Pior que é verdade!
Os dois ficam ali mais algum tempo, um pouco antes do sinal tocar a lanchonete já estava quase vazia quando um homem de meia idade, meio barrigudo e com uma careca que reluzia pegou no ombro de Kiko.
- Senhor Frederico Gusmão?
Kiko olhou com certo ar de apreensão.
- Professor Carlos! O senhor poderia ter me matado do coração!
- Por quê?
- Prefiro não comentar! – Ele dá uma piscada para Léo que esconde o rosto para rir. – Em que posso ser útil?
- Vamos parar de brincadeira! – Ele fala sério. – O trabalho que o senhor tinha que me entregar até hoje...
- A aula do senhor é a última.
- Sim, mas você fez?
- Vou deixar o senhor com essa dúvida. – Kiko coloca os óculos e pega a mochila. – Vamos Léo a aula vai começar!
Kiko e Léo saem deixando o professor sozinho, mas antes de sair da visão do professor e tendo certeza que o professor ainda os ouvia Kiko falou:
- Puta que pariu que professor chato, nem merece a mulher que tem.
Frederico sentiu vontade de olhar para trás, mas conteve-se.
- Cara, você é louco?
- Fica quieto Léo, vamos planejando quando e como que você vai perder o cabaço!
- Dá pra você não falar essa palavra?
- Não! Relaxa. Vou dar um jeito pra você.
Leonardo balançou a cabeça e sentou-se junto ao amigo na sala de aula.
***
A sala de aula estava especialmente fria aquela manhã, o ar-condicionado parecia estar ligado no máximo, todos os alunos trajavam jaquetas para esquentarem-se, ou, sentavam juntinhos para que o calor do outro passasse para si. Mas, na verdade poucas pessoas estavam realmente ali, o corpo sim, inegavelmente estavam ali, mas a mente...
Uma das poucas pessoas que ainda prestavam atenção a aula era Leonardo que anotava cada suspiro da professora, praticamente nem piscava, a professora parecia que não demonstrava muita atenção se os alunos estariam ou não prestando atenção, copiava e falava ao mesmo tempo, realmente era difícil saber o que fazer, se prestar atenção ao seu discurso ou copiar o conteúdo, mas Léo conseguia fazer as duas coisas com perfeição.
A aula acabara, quando os alunos perceberam que a professora já havia saído outro já estava na sala e começava a fazer a chamada.
- Cadê a trigonometria? – Kiko pergunta para Leonardo guardando o celular.
- Acabou a aula dela há algum tempo.
- E como sempre só você percebeu.
Os dois calaram-se, o professor começou a falar e os alunos voltaram-se ao silêncio e a única coisa que se ouvia era a caneta frenética de Léo que percorria as linhas do seu caderno.
- Léo! – Kiko chama o amigo baixinho. – Festa hoje, você vai?
- Não sei, eu não gosto...
- Vai e vamos começar o plano hoje.
- Plano?
- Sim, e...
O professor chega perto de Kiko e o fica olhando.
- Frederico?
- Sim? – Ele diz assustando-se
- Que ótima conversa! Mas sobre a aula!
- Tá professor, o cateto oposto pela hipotenusa tem o cosseno, certo!
- Bem, - o professor vai pra frente da sala. – Se a aula fosse de trigonometria você estaria errado, mas é de literatura.
Os risos adentram a sala todas as pessoas riam até mesmo Leonardo baixou a cabeça pra rir.
- E você Leonardo, que companhia, não tem outras pessoas pra você andar pra cima e pra baixo.
- Desculpa professor, mas...
Era a chance de Kiko empatar o placar.
- Mas nós nos amamos professor, ele puxa a cadeira de Léo pra perto e o beija no rosto, quem manda no coração?
A sala enche-se de risos novamente.
- Frederico, você quer ir pra fora?
- Professor isso seria preconceito!
Novamente risos, o sinal toca e o placar final fica de dois a um pra Kiko.
O outro professor demorou a chegar, os amigos ficaram ali combinando como fariam para ir à festa, roupas, quem os levaria e o mais importante quem pegaria, ou melhor, quem Kiko pegaria.
Era a última aula do dia, Kiko detestava-as, pois era tão próximo da saída e ainda tinha que aturar mais uma aula, mas era a pior aturar a aula do professor Carlos.
Mais uma vez as pessoas estavam dispersas e mal ouviam o que o professor falava, depois de um discurso sobre as notas baixas obtidas na suas últimas provas, ele virou-se e foi em direção a Kiko que displicentemente bocejava, de óculos escuros e praticamente deitado na cadeira.
- Então Senhor Frederico, me trouxe o trabalho? – Ele diz devagar como se aproveitasse cada sílaba.
- Claro! – Ele sorri e pega o trabalho de dentro da mochila. – Mas, creio que minha nota da prova seja suficiente.
- Será? – Ele vai até o diário, abre-o e olha a nota de Frederico. – Bem...
- Tenho uma ótima professora de física, que me atende sempre que preciso!
O professor fica vermelho de raiva pensava em dizer palavrões enormes, mas calou-se e voltou à aula.
O resto da aula o professor não parou de olhar para Frederico que continuava ali de óculos escuros e encarando o professor.
- Frederico, não acha que deveria tirar os óculos?
- Professor, bem que eu queria, mas não posso!
- Por quê?
- Um probleminha, eu estava com uma garota legal, nós estávamos nos beijando e nos pegando quando um cara chegou e falou pra que eu me afastasse dela, sabe com que argumento?
- Não!
- Que ele era o marido dela! – Altas gargalhas espalharam-se rapidamente pela sala. – Então ele me socou, e por isso os óculos.
- Mas a culpa foi sua!
- Eu estava ajudando ela.
- Ela tinha marido!
- Então a culpa é dele! – Ele senta-se direito. – Ele quem não dá no coro!
Novos risos tomaram conta da sala, o professor ficou possesso, mas a aula havia se encerrado e de propósito Kiko atrasou-se e ia saindo junto com Leonardo quando passaram perto do professor ele tirou os óculos que guardavam seus olhos estupidamente azuis sem nenhum problema.
- É professor, ele fala baixo, homem frouxo com mulher bonita, tem que ser corno. – Ele sai com um riso no rosto e põe o braço por sobre o ombro de Léo.
- Você não cansa, né?
- Precisamos de diversão.
- E você é o palhaço da sala!
- Of Course!
Os amigos saíram rindo e foram para casa, havia muito que fazer até a noite.
***
Leonardo era realmente muito tímido, não sabia o porquê, desde sempre andava com Frederico, afinal cresceram juntos, os pais eram amigos muito antes dos dois nasceram, com a mesma idade, indo sempre as mesmas festas. Mas, não há duas pessoas mais diferentes, Leó sempre muito reservado, tímido e quieto, Kiko era a personificação da displicência, sempre de bem com a vida, adorava arrumar confusão e fazia piadinhas a torto e a direito.
Léo nunca se preocupou com sua virgindade, não que não tivesse vontade de transar, mas por que nunca conseguiria levar uma menina pra cama, pelo menos não sem ajuda, até as meninas que beijou foi mérito delas que simplesmente chegaram nele e pediram, o primeiro beijo foi o mais engraçado, e beijou primeiro que Frederico, mas foi só isso que ele fez antes do amigo, quer dizer, fez antes na vida social. Kiko devia ao amigo seu sucesso acadêmico e por mais que Leonardo quisesse negar devia a ele o sucesso social.
Quando chegou em casa sua mãe também acabara de chegar, cumprimentou-a, subiu até o quarto e pouco tempo depois estava na mesa de jantar, ele, a mãe e o pai.
- A Marina me disse que você e o Kiko vão a uma festa hoje à noite. – A mãe de Leonardo pergunta servindo o filho.
- Nada de importante, acho que é na casa da Samantha.
- Mas, vocês não estão saindo de mais não? – Ela diz servindo-se.
- Nós saímos na terça, só!
- Hoje é quinta!
- Deixa o garoto, o pai de Leonardo que até então estava calado manifesta-se, ele é quase um homem já, precisa se divertir.
- Valeu pai!
***
A noite chegou rápido e Leonardo ainda não havia terminado de se arrumar quando o celular tocou, ele atendeu com uma mão enquanto a outra tentava fechar o zíper da calça.
- Oi, Kiko? ... Termino já... 10 minutos!
Léo terminou rápido, gel no cabelo, blusa vestida, perfume e estava pronto, conferiu quanto de dinheiro tinha, carteira no bolso, desceu. A mãe estava sentada lendo um livro, ele despediu-se e quando estava quase saindo um carro buzinou, era o pai de Kiko, Fernando, ele desceu entrou na casa de Léo, cumprimentou sua mãe e acompanhou-o até o carro, depois de 15 minutos eles estavam na festa.
A festa estava apinhada de gente, isso era tudo que Leonardo mais temia, Frederico parecia que estava no seu habitat natural dele resplandecia uma áurea que iluminava toda a casa era impossível não olhar para ele, Léo não ficava ofuscado, na verdade, tinha o seu próprio charme, mesmo com a cabeça baixa várias garotas demoravam o olhar nele e muitas cochichavam quando ele passava.
- Lá vem a Patrícia!
E ali estava, o vestido curto deixava a mostra um belo par de pernas, os cabelos Chanel e levemente vermelhos davam um toque especial aquele rosto angelical, de maças vermelhas e olhos de um castanho emudecedor. Essa era Patrícia, namorada de Kiko.
- Oi, amor! – Ela diz beijando Frederico.
- Oi, Léo! – Ela beija o rosto dele. – O que temos hoje?
- Nós não sabíamos que você vinha! – Isso estragava os planos de Kiko, bem ele namorava, mas não era eunuco, ela sabia disso, tentava deixar pra lá, tinham um relacionamento aberto, quase aberto.
- Estraguei teus planos?
- Não, mas alguém aqui vai perder o, ele diminui o tom da voz, C-A-B-A-S-S-O – ele soletra- hoje.
- Se soletra com Ç. – Leonardo diz ficando vermelho.
Os três ficaram ali conversando e colocando o papo em dia, por diversas vezes Leonardo sentiu vontade de sair correndo e se esconder, mas continuou firme e forte, bem, depois de duas doses de tequila e alguns copos de vodka era difícil ficar firme e forte.
O que Leonardo mais gostava era de olhar Patrícia, como ele a adorava, mas ela era o fruto proibido, não trairia assim o amigo nunca.
Depois de mais algumas horas, algumas doses de bebida e algumas danças os amigos separam-se, Kiko e Patrícia foram curtir um ao outro mais de perto, bem mais de perto. Leonardo ficou sozinho, da pista de dança foi sentar-se, estava meio tonto, que horas são?
- Oi, Léo! – Uma menina risonha chega perto dele e toca em seu ombro.
- Oi, Marina! – Leonardo fala com um pouco de dificuldade para discernir quem era.
Eles ficaram conversando por um bom tempo, Marina forçava a barra, praticamente jogava-se me cima de Léo, que não percebia, sequer ria das piadas que ela contava, na verdade chegar próximo de uma menina era muito constrangedor para ele, um verdadeiro desafio.
- Léo, ela diz aproximando o rosto, quero beijar você.
Leonardo despertou do estupor, corou, mas aos poucos aproximou os lábios aos de Marina, beijavam-se, Marina queria mais, guiava as mãos dele pelo próprio corpo, Léo deixava, podia não pedir, mas não iria se impor.
Eles levantaram-se e ainda sendo guiado por Marina chegaram a um quarto, Marina sem nenhum pudor começou a tirar a blusa, Leonardo observava, mas algo estava errado, não com ela, mas com ele, bebera demais, mas naquela hora, não agora, não dava mais.
Quando Marina aproximou-se dele ele vomitou em cima dela, não foi por querer, mas necessitava.
- Leonardo! – Marina diz completamente suja.
- Desculpa!
Não houve tempo de ele explicar-se quando menos percebeu ela já havia saído, ele jogou-se na cama e ficou ali até que Patrícia entrou no quarto, foi até ele, sentou-se ao lado da cama.
- Tudo bem com você?
- Além de eu ter cagado tudo? – Ele diz sentando-se a cama.
- Deixa disso!
Ele ficou calado por um tempo junto a Patrícia, foi até a janela olhou pela varanda, as pessoas já estavam indo, como era idiota, mas quem conseguiria segurar um vômito? Mas tinha que ser naquele momento?
- Cadê o Kiko?
- Foi com a Marina pra casa, disse que te ligava depois. – Patrícia pega no braço dele. – Que tal me levar em casa, estou meio tonta.
Leonardo aceitou a proposta seria bom dar cabo logo dessa noite, acompanhou a namorada do amigo pela noite adentro, fazia frio por isso ofereceu sua jaqueta para cobrir os ombros desnudos de Patrícia.
Já estavam quase chegando à porta da casa de Patrícia quando ela sente uma vertigem e cai nos braços de Leonardo.
- Tudo bem?
- Tudo, me leva pra dentro, a chave está na minha bolsa.
Leonardo pega a chave dentro da bolsa dela abre a porta com cuidado e a leva pro quarto, a deita na cama e lhe deseja boa noite, mas quando vai saindo ele segura em sua mão e o puxa, ele se desequilibra e cai na cama, quando vira o rosto encontra-se tão próximo ao rosto dela que sentia sua respiração.
- Descul...
Não houve tempo para completar, Patrícia o calou com um beijo, depois disso, ele entregou-se aos seus movimentos.
- Patrícia...
- Eu te guio!
E assim Patrícia ajudou-lhe a tirar a roupa, e o auxiliou a tirar a própria, estavam pelados e naquele momento a amizade foi derrotada por um sentimento, a luxúria. O que fazer? Esse era o pensamento de Leonardo, lembrou-se de cada filme pornô que ele já assistira, tentou repetir, com êxito, as posições, ela entregava-se a cada nuance de movimento. Os dois tentavam controlar os gemidos e os barulhos, mas estava se tornando difícil fazer isso à medida que o momento do orgasmo se aproximava, essa seria a primeira ejaculação de Leonardo dentro do corpo de outra pessoa, ali ele deixava de ser menino e tornava-se homem, mas a questão de isso estar acontecendo com a namorada do melhor amigo deveria ser desprezível, mas agora não era hora disso era hora de gozar.
***
O sol saiu cedo e a luz iluminava os corpos nus de Patrícia e de Leonardo, ele acordou sobressaltado com o celular tocando, a cabeça doendo, onde ele estava?
- Oi?
- Onde você está?
- Sei lá, cara!
- Léo, menti pra tua mãe dizendo que você dormiu aqui então trata de aparecer aqui logo.
- Tá Kiko...
Kiko...
Agora sim, virou-se e viu Patrícia nua ao seu lado, lembrou-se aos poucos da noite passado, caracas! Vestiu-se rápido, saiu sem fazer barulho, mas não foi uma boa idéia assim que saiu a dor de cabeça aumentou, estava muito claro, ele andou meio cego até a casa de Kiko, ainda bem que era perto, deu a volta, entrou pela porta da cozinha, subiu até o quarto do amigo e ali estava ele, ainda deitado.
- Então?
- O quê?
- Onde você estava? Me conta tudo!
- Temos que ir pra escola, lá eu conto, me empresta umas roupas?
- Deixa disso, me diz!
- Cara, eu não lembro direito e deixa pra lá!
- Você não é mais virgem, né?
- Não! Bem...
- Com quem foi? – Kiko diz levantando e sentando em uma poltrona ao lado do amigo.
CONTINUA***
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