Show me your revenge,
scratch me
show your love,
kiss me.
And so it continues,
love me,
hating me,
violent to me sweetly,
hold on to me,
let me
feeling inside you.
Go,
girl
take revenge by me,
turn beast,
show your claws,
show the monster inside you.
Girl
I want your revenge,
I want to delight you,
I smell,
to taste,
the taste of your revenge.
Love, girl,
love to love your revenge.
domingo, 31 de julho de 2011
LIBERTINO
Vou jogar-me com tudo
nas linhas do destino
cortá-las uma a uma,
roubar o olho das Parcas,
vou fugir para uma realidade paralela.
Entregar-me-ei as volúpias da vida
sem perguntar quem,
onde nem por quê.
Livremente libertino,
adoravelmente devasso.
Sinto a luxúria entrar em cada poro meu,
quero cair, como quero,
pois quero a levantar,
quero sentir a dor
de um amor perdido,
transformá-la em glória.
Afundar-me em meios relacionamentos
cheio de meias verdades,
meios sentimentos,
e total liberdade.
Beijar sem me importar que tem alguém em casa,
se tem alguém vendo,
usar meu corpo,
meu corpo,
usá-lo e abusar dele.
Devasso,
isso que serei,
usar de toda minha inconsequência,
abusar da minha experiência,
por fim,
quando satisfeito,
serei eu novamente
uma jaula pruma fera
que fez ou outra aparecesse,
devolverei o olhos às Parcas
e voltarei a pensar que não sou
senhor do meu destino,
mesmo que essa mentira
passível e volúvel.
nas linhas do destino
cortá-las uma a uma,
roubar o olho das Parcas,
vou fugir para uma realidade paralela.
Entregar-me-ei as volúpias da vida
sem perguntar quem,
onde nem por quê.
Livremente libertino,
adoravelmente devasso.
Sinto a luxúria entrar em cada poro meu,
quero cair, como quero,
pois quero a levantar,
quero sentir a dor
de um amor perdido,
transformá-la em glória.
Afundar-me em meios relacionamentos
cheio de meias verdades,
meios sentimentos,
e total liberdade.
Beijar sem me importar que tem alguém em casa,
se tem alguém vendo,
usar meu corpo,
meu corpo,
usá-lo e abusar dele.
Devasso,
isso que serei,
usar de toda minha inconsequência,
abusar da minha experiência,
por fim,
quando satisfeito,
serei eu novamente
uma jaula pruma fera
que fez ou outra aparecesse,
devolverei o olhos às Parcas
e voltarei a pensar que não sou
senhor do meu destino,
mesmo que essa mentira
passível e volúvel.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Machucado
Esse é inédito, em primeira mão para vocês, meus amigos, do blog:
Machuco-me,
todas às vezes que queres me encontrar,
porque tudo que queres
está entre minhas pernas,
suja meu amor com tua luxúria,
mas não consigo dizer não,
isso seria amor?
Usa meu corpo,
trata-o como teu,
sobe, desce, desliza
sobre ele.
Só queres isso?
Machuca-me saber disso,
não que não queira,
na verdade não posso resistir,
na verdade sou teu,
sem ti não há princípio
sequer há fim.
Deixo que tua luxúria
me domine,
pois assim te tenho,
só assim te tenho.
Machuco-me,
todas às vezes que queres me encontrar,
porque tudo que queres
está entre minhas pernas,
suja meu amor com tua luxúria,
mas não consigo dizer não,
isso seria amor?
Usa meu corpo,
trata-o como teu,
sobe, desce, desliza
sobre ele.
Só queres isso?
Machuca-me saber disso,
não que não queira,
na verdade não posso resistir,
na verdade sou teu,
sem ti não há princípio
sequer há fim.
Deixo que tua luxúria
me domine,
pois assim te tenho,
só assim te tenho.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Camaleão;
Hoje estou me sentindo como um camaleão, eis esse poema:
Sou um camaleão,
adapto-me.
Rapto-me
da realidade e para a realidade.
Encontro-me
na realidade inversa,
indiscreta e
inexoravelmente abalada
por conhecimentos inexatos,
relações inapropiadas,
desvaneios desumanos,
ligações perigosas.
Construo uma parede,
promíscua,
longínqua,
impenetrável;
Onde não passa sequer um sentimento,
nem dor,
nem amor.
Torno-me fisicamente insensível,
volúvel como luz,
espiritualmente devastado,
camaleão sem cor,
flor sem odor.
Sou um camaleão,
palidamente agridoce,
saborosamente inodoro,
inexplicavelmente único.
Sou um camaleão,
adapto-me.
Rapto-me
da realidade e para a realidade.
Encontro-me
na realidade inversa,
indiscreta e
inexoravelmente abalada
por conhecimentos inexatos,
relações inapropiadas,
desvaneios desumanos,
ligações perigosas.
Construo uma parede,
promíscua,
longínqua,
impenetrável;
Onde não passa sequer um sentimento,
nem dor,
nem amor.
Torno-me fisicamente insensível,
volúvel como luz,
espiritualmente devastado,
camaleão sem cor,
flor sem odor.
Sou um camaleão,
palidamente agridoce,
saborosamente inodoro,
inexplicavelmente único.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Words in English
I lovely your lipsticks,
red, sweet apple
lost in the your lies
I'm You
I'm Your
I'm a doll,
live for you feel,
but I lovely this.
You're my perfect song,
my smiles,
my cries,
My only truth,
my lies,
You're all,
You're nothing.
CONTINUA****
red, sweet apple
lost in the your lies
I'm You
I'm Your
I'm a doll,
live for you feel,
but I lovely this.
You're my perfect song,
my smiles,
my cries,
My only truth,
my lies,
You're all,
You're nothing.
CONTINUA****
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Poema para uma amiga.

Sabe quando você sabe que sua vida não existe sem a vida e a presença da outra pessoa?´
É isso que sinto quando estou longe de você.
Valesca Lutiele.
Chore,
chore o quanto puder,
mais, até.
Entregue-se a doce sensação
de alma limpa.
Chore,
mas agora que não estou perto,
tuas lágrimas secaram sozinhas,
mas virão até mim
tuas emoções e pensamentos.
Fizemos uma conexão inquebrável,
por isso chore,
tuas lágrimas formarão e selarão um elo
mais forte que tudo.
Olhes para lua, ali me verás,
olhes para o sol lá estarei a te cuidar,
sinta o vento,
nele me mande teus recados.
Por fim,
quando voltarmos a nos encontrar,
por favor
me abrace como se essa fosse a última vez.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Lágrimas Pretas
Eu sei que essa poesia muita gente já conhece, mas é uma das minhas preferidas.
Queria ver-te
Chorando lágrimas pretas,
Teu rímel misturando-se com tuas lágrimas,
Isso faz tão bem.
Olho para teu rosto,
Teus olhos me desafiam,
Quero descobrir o mistério,
Por trás dessas lágrimas pretas.
O mistério da tua face,
Que mesmo sobre o negro das lágrimas
Mantém a beleza da alma
E o mistério no olhar.
Queria ver-te chorar lágrimas pretas,
Para consolar-te nos meus braços,
Tentar descobrir os mistérios dos teus cabelos loiros
E teus olhos que nunca deixam de brilhar.
Mas só chore
Lágrimas pretas
Quando estiver por perto
Pois só eu sei como transformá-las
Em risos cor-de-rosa
Só eu posso descobrir o teu mistério.
O mistério de limpar tuas lágrimas pretas,
De beijar-te em amizade,
De escutar tudo o que me contas,
De entender um décimo do teu mistério
E os outros 99
Reservo-me a contemplar as tuas
Lágrimas pretas.
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Show me your revenge , scratch me show your love, kiss me . And so it continues, love me , hating me , violent to me sw...
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